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Das pessoas em Pessoa
Espectáculo sobre a vida e obra de Fernando Pessoa Ficha Técnica:Concepção, encenação e interpretação: Ricardo Bargão * Produção: Teresa Afonso * Sonoplastia: Joel Pinto Moura * Figurinos: Lab.Imagens Com o apoio: Museu Nacional do Traje, Instituto Português de Museus e Ministério da Cultura Duração do espectáculo: 55 minutos Publico alvo: maiores de 12 anos Espectáculo disponível por marcação para escolas e autarquias Este espectáculo já se realizou nos seguintes locais Galeria Urban Blink – Lisboa / Museu da Água - Reserv.Patriarcal / Museu Nacional do Traje / Galeria Estúdio da Rosa – Lisboa / Casa Fernando Pessoa Sinopse
Este espectáculo intimista foi concebido para alunos a partir dos 12 anos, de modo a despertá-los para o entendimento da obra de Fernando Pessoa e fomentar o gosto pela poesia, pelo teatro e pelas palavras ditas e tem como foco, não só em alguns dos mais emblemáticos poemas de Fernando Pessoa ortónimo, assim como poemas de Alberto Caeiro, Álvaro de Campo e Ricardo Reis. Estreado no dia 20 de Maio de 2006, no Museu da Água e apresentado posteriormente em algumas galerias de arte da capital, Museu do Traje e Casa Fernando Pessoa, «Das pessoas em Pessoa» pretende abrir os sentidos e os horizontes dos espectadores para o universo do poeta através das palavras ditas, uma espécie de Fernando Pessoa para principiantes, fazendo uma síntese dos principais temas da obra do poeta: desde a infância ideal e inexistente, o medo da loucura e da morte, até ao cansaço extremo pelo confronto entre uma alma infinita e excessiva encerrada numa vivência banal e sem história. No final do espectáculo, o actor/encenador estará disponível para uma pequena conversa com os alunos, no sentido de responder a algumas perguntas ou falar um pouco mais sobre o Poeta. Poemas incluídos no espectáculoDe F.Pessoa Ortónimo— «Autopsicografia», «Isto», «O Menino de sua mãe», «O Mostrengo», «Mar Português», «O Infante» e «O Padrão» /*/ De Alberto Caeiro— «Num meio-dia de fim de Primavera» /*/ De Ricardo Reis— «Cada coisa a seu tempo tem seu tempo» /*/ De Álvaro de Campos— «Dobrada á Moda do Porto», «Lisbon Revisited 1923», «Lisbon Revisited 1926» e «O que há em mim é sobretudo cansaço» 
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